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Deve-se continuar a guerra para obter a paz, ou antes dialogar para pôr termo ao sofrimento do nosso povo e comprometer-se para o desenvolvimento económico e social ao qual aspira ?
Esta pergunta que abre roscas o espírito da sociedade cabindesa toda é mais apenas a espinha dorsal de uma preocupação colectiva à qual ninguem não pode escapar-se. A quando da assinatura dos acordos de Namibe, o governo da República de Angola reconheceu a especificidade geográfica, cultural e histórica de Cabinda. Sobre esta base, um estatuto especial para o território de Cabinda tinha sido previsto a ser concedido na nação Angolana num contexto de paz e de desenvolvimento.
Desde então, o Cabinda e um Cabindes que pouco exprimiu-se sobre esta perspectiva como factor de paz e desenvolvimento em Cabinda. Não seria tempo de dar a palavra aos cabindas para que as energias liberem-se e participem na aposta sobre pé real de uma dinâmica intelectual e política que deveria servir de fazer de lança para estivar Cabinda a uma paz construtiva e definitiva diminuir nítida sofrimentos das crianças de Cabinda, porque está efectivamente e o futuro das gerações inteiras da joventude deste território de Cabinda tanto mortificado que trata-se.
Pode-se uma visão continuamente construir sobre Cabinda sem estar a preocupar-se que querem e vivem as gerações actuais? O que é das suas aspirações de paz e de integração neste mundo onde os desafios definem-se em termos de acesso ao conhecimento liberatório, a aquisição dos conhecimentos à efeito multiplicadores, etc.? Ao mesmo tempo, como pode-se permitir à esta juventude Cabindesa abraçar este mundo apaixonante e maravilhoso que promete-lhes o desenvolvimento dos fluxos do conhecimento e o saber humano se o contexto socio-politico onde é chamado de desempenhar o seu papel de espirrar na perturbação, a violência e o obscurantismo?
Perante estes múltiplos desafios dos quais não sabermos fazer a economia para muito tempo sem estar a correr o risco de sofrer os raios da nossa juventude, parece-nos mais único imperioso de responder com solicitude sobre os meios necessários a promover para que instaure-se uma real paz em Cabinda. O cabinda infelizmente sempre confundira a política como um jogo de futebol onde é necessário que haja um vencedor e um perdedor. Mas e verdade que a política é um combate ; porem, o resultado deve ser que todos sejam vencedores.
A Frente de libertação do Enclave de Cabinda FLEC empreendeu o caminho da paz dando o sinal forte pela adopção do princípio « non-violence » e arvorando sem ambages uma diligência de aproximação com o partido angolana para chegar à paz.
O essencial interesse geral, temos todos um grande caminho a seguir de modo que, respeitando ao mesmo tempo os valores de cada um, pôr as energias e as vontades em parceria vencedora. Para o qual necessitamos um compromisso sem falhar um ao outro, como diz extremamente e efectivamente… " Um político nao e de sentido de sacrificar-se para outro dando-lhe mais energia e de luz possivel."
A nossa sociedade tem necessidade de melhorar-se. Pode fazê-lo apenas pela uma assembleia de cidadãos contratados, sem sectarismo e fazendo gradualmente cair as fronteiras tribais e mesmo religiosas. Todos os valores são encarnados pela Frente de Liberação do Enclave de Cabinda incluindo os membros que compõem a sua direcção que demonstram ao longo de todo o seu percurso, respeitando os seus detractores, seriedades, competências, professionnalismos e coerências na acção.
Certamente, a nossa sociedade tem necessidade de s' melhorar na paz para enfaixar as suas feridas. Contudo, pode fazê-lo apenas pelo ajuntamento de cidadãos ao redor d' uma estrela ascendente da política cabindaise, d' uma estratégia; a da paz para o desenvolvimento e ao seio d' uma estrutura. Todos os valores são encarnados pelo Frente de Liberação da Enclave do Cabinda cujos membros que compõem a sua direcção demonstraram ao longo de toda a o seu percurso, seriedade, competências e coerência na acção.
Não seria verdade que a Frente de Liberação do Enclave de Cabinda goza real de uma audiência respeitavel junto dos parceiros tradicionais sobre assunto Cabindesa? É ainda necessário dizer que este espaço, que e hoje uma chave das aspirações dos Cabindas, é também o lugar privilegiado onde deveria começar-se e consumir-se qualquer dinâmica de ajuntamento dos Cabindas em geral para renovar este profundo desejo Cabindes para uma paz das futuras gerações.
Josué Martins de Oliveira |