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Tribuna Livre
Eu apóio o processo de paz& criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
07-Oct-2009

Maria Madaleina Monzambe “Mama Fofó”Porquê escolhi apoiar a acção diligênciada pela Frente de Libertação do Enclave de Cabinda FLEC para chegar à uma paz definitiva para Cabinda ?

Militante de primeira hora da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda, Maria Madaleina Monzambe “Mama Fofó”, deu-nos a sua visão sobre o futuro processo de paz para Cabinda. Mama Fofó acompanhou o percurso da FLEC no Ntombo-Yanga e em Heilvort.

Para mama Fofó, a FLEC faltou a muitos encontros para chegar ao fim das reivindicações do povo Cabinda. Cada vez que uns engajavam uma acção para fazer avançar a nossa causa, outros lhes combatiam e vice-versa. Isso funcionou sempre assim !

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Qual via cordeal para obter a paz em Cabinda ? criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
08-Sep-2009

Deve-se continuar a guerra para obter a paz, ou antes dialogar para pôr termo ao sofrimento do nosso povo e comprometer-se para o desenvolvimento económico e social ao qual aspira ?

Esta pergunta que abre roscas o espírito da sociedade cabindesa toda é mais apenas a espinha dorsal de uma preocupação colectiva à qual ninguem não pode escapar-se. A quando da assinatura dos acordos de Namibe, o governo da República de Angola reconheceu a especificidade geográfica, cultural e histórica de Cabinda. Sobre esta base, um estatuto especial para o território de Cabinda tinha sido previsto a ser concedido na nação Angolana num contexto de paz e de desenvolvimento.

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Um aperto de mão portador de esperanças para a consolidação da paz em Cabinda criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
18-May-2009

Um aperto de mão portador de esperanças para a consolidação da paz em CabindaEm política, os gestos falam sempre mais que as palavras. As acções falam disso mais que os discursos eloquentes. Como há também momentos simples, numa situação de não guerra, onde um aperto de mão, simboliza a abertura de uma nova era. Degelar relações distantes, expressar as vontades de avançar juntos, superar os escolhos e a desconfiança mútua, construir juntos, etc., ês o que promete um aperto de mão entre partidários e autores da paz num contexto que reclama soluções e abordagens construtivas. A troca dum aperto de mão, tão calorosa como simbólica, continua uma expressão forte e portadora que canta esta bela melodia: não somos aqui para ocupar-nos do passado, mas estamos aqui para construir o futuro.

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Le refus de la politique de l’autruche criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
05-Jan-2009

Nogueira de Oliveira Par Nogueira de Oliveira
Membre du Bureau Politique du Front de Libération de l’Enclave de Cabinda

Malgré sa validation par la communauté internationale et les acteurs politiques et associatifs angolais, les élections législatives organisées en Angola au début du mois de septembre 2008 continuent d’alimenter un débat, qu’on peut considérer pourtant comme dépassé, au fait de savoir si la population du Cabinda y avait pris effectivement part, physiquement au titre d’électeurs ou candidats, ou alors s’était faite représentée par des militaires angolais ou par des congolais venus spécialement et escortés militairement de deux Congo voisins. En effet, on peut trouver un début de réponse à ce faux débat en relisant les possibles réponses et conclusions faites par le père Jorge Casimiro Congo un mois avant les élections et quelques jours après celles-ci. Le père Jorge Casimiro Congo écrit et dit sur ibinda.com en deux articles, les passages ci-dessous et que j’ai choisis d’analyser avec vous pour dissiper l’imbroglio qui est créé par des pamphlétaires avides d’en découdre.

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MPALABANDA : CABINDOSCOPIE D'UN KRACH criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
29-Oct-2008

Bienvenu PanghoudPierre de MONTBOISSIER (dit PIERRE LE VENERABLE, abbé de Cluny) de 1092 à sa mort en décembre 1156 a dit : « je vous attaque par la parole, non par les armes, non par la force, mais par la raison, non par la haine mais par l'amour » en s'attelant à la tâche de pacification et de rénovation parmi les hommes.

Ecrans de fumée et encensoirs. Défilés de faux héros et de vrais bonimenteurs en occident auprès de la diaspora cabindaise, actes de regrets d'une trahison feints, le nouvel enterrement de l'activisme civique en ces élections angolaises de septembre 2008 qui n'étaient pas cabindaises, efface évidemment la société civile cabindaise, qui devient de facto un speudo mouvement politico-militaire greffé à l'UNITA de SAMAKUVA.

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