Angola - Cabinda : À procura de uma solução de reconciliação e paz
27-Mar-2012
VISITA OFICIAL À FRANÇA DO SENHOR GEORGES REBELO PINTO CHICOTI, MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES DO GOVERNO DA REPÚBLICA DE ANGOLA.
De 21 a 23 de Março de 2012 , Sua Excelência Georges Chicoti, Ministro das Relações Exteriores da República de Angola efectuou uma visita oficial de quatro dias à Paris, capital da República francesa, à convite do seu homólogo francês, Alain Juppé.
No quadro da visita que terminou sábado, o chefe da diplomacia do Governo da República de Angola reuniu-se com várias personalidades nomeadamente com o seu homólogo Alain Juppé, o Presidente da Assembleia Nacional francesa, Bernard Accoyer, o Presidente do grupo de Amizade França-África Austral no Senado, Joel Bourdin, e o Secretário Geral da Organização Internacional Francófona, Abdou Diouf, antigo Presidente da República do Senegal. O Ministro encontrou-se igualmente com a MEDEF, o patronado francês.
A história do protagonismo na família FLEC, é um folclore que só os actores encontram os motivos de um macabro prazer que em nada resolve o fundo da questão: saber quem tem a legitimidade de se erigir como mediador ou negociador para reunir “as forças vivas cabindenses que reclamam todas negociações com o Governo da República de Angola” .
Este folclore é um mundo que se assemelha a um universo de feiticeiros que detêm o poder satânico de manter o status quo sobre a questão de Cabinda multiplicando subterfúgios no mundo visível e reinando, no mundo invisível, como grandes soberanos, mestres da situação e convencidos da sua superioridade mística.
Thabo Mbeki. «Voici comment nous devons défendre notre souveraineté »
24-Feb-2012
L’ancien président sud-africain, engagé pleinement dans la défense de la souveraineté des pays africains après les «viols» subis par la Côte d’Ivoire et la Libye, a prononcé jeudi dernier un discours d’une densité très forte à l’Université du Cap Occidental. Pour nos lecteurs et pour le monde francophone, nous avons traduit la quasi-intégralité d’un discours de dénonciation mais aussi de proposition.
(…) Les événements récents sur notre continent, et plus précisément ce qui s'est passé en Côte d’Ivoire et en Libye l'an dernier, ont été l’objet d’une importante communication sur le thème : «Réflexions sur le maintien de la paix, la souveraineté des Etats et la gouvernance démocratique en Afrique» (thème de l’intervention de Mbeki).
Dans le cadre de cette conférence, je me concentrerai sur la Libye, même si les événements survenus en Côte d’Ivoire pourraient également confirmer une bonne partie de ce que je vais dire au sujet de la Libye, relativement aux buts et aux résultats des récentes interventions d’armées étrangères en Afrique. Avant d'aller plus loin, je tiens à réitérer ce que j'ai dit avant et ailleurs, qui porte sur l'allégation insultante selon laquelle l'Union africaine et certains d'entre nous avaient été achetés avec les pétrodollars que nous avons reçus du régime libyen de Kadhafi.
Les images disent mieux la vérité que les mots bien malveillants
15-Feb-2012
DOSSIER SEKE ZOLE SUITE ET FIN LES REFUGIÉS CABINDAIS REPONDENT A RUI NEUMANN
APRES LA PUBLICATION DE L'ARTICLE DE RUI NEUMANN DE PNN,UN DES REFUGIES CABINDAIS DU CENTRE DE NKODI MBAKA NOUS A ADRESSÉ UN DROIT DE REPONSE ADRESSÉ A IBINDA.COM QUE NOUS VOUS PROPOSONS ICI...
DROIT DE REPONSE
Ces quelques feuilles écrites par un journaliste, qui se dit professionnel, sur les réfugiés cabindais de Seke Zole ne cessent de tromper, par ses absurdes allégations, l'opinion publique.
Discurso do PR na cerimónia de cumprimentos de Ano Novo pelo Corpo Diplomático
14-Jan-2012
Luanda - Discurso pronunciado por Sua Excelência José Eduardo dos Santos, Presidente da República de Angola, na cerimónia de apresentação de cumprimentos de Ano Novo pelo Corpo Diplomático acreditado em Angola.
Luanda, 12 de Janeiro de 2012
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DECANO DO CORPO
DIPLOMÁTICO, EXCELENTÍSSIMOS SENHORES
EMBAIXADORES E CHEFES DE MISSÃO, MINHAS SENHORAS
E MEUS SENHORES
O Senhor Decano do Corpo Diplomático disse as palavras certas no momento certo, neste lugar onde nos encontramos no início de cada ano para falarmos do passado recente, do presente e do futuro imediato que preconizamos para as nossas vidas.
Apresentando os votos de fim de Ano 2011 ao corpo das Forças Armadas Angolanas, numa cerimónia organizada em Luanda, no dia 26 de Dezembro 2011, o General Sachipengo NUNDA, Chefe de Estado Maior General das FAA, declarou que a pacificação da Província de Cabinda constitui um dos objectivos determinados pelo Presidente da República de Angola para o ano 2012, ano das eleições presidenciais e legislativas em Angola.
PACIFICAÇÃO? Palavra ofuscada ou expressão mistificadora; em todo o caso esta afirmação suscitou, mais ou menos, reacções violentas e emocionais no seio das forças vivas Cabindesas.
Mensagem de Fim de Ano do Presidente Antonio Nzita Mbemba
30-Dec-2011
MENSAGEM DE FIM DE ANO 2011
Caros Compatriotas, Caros irmãos e irmãs,
O ano 2011 termina na incerteza com medo do amanhecer devido à crise económica e financeira que destabiliza o equilíbrio político e social internacional que permanece, no entanto, um fator de paz entre os povos desde o fim da segunda guerra mundial.
O processo de consolidação da paz em Cabinda conheceu uma brusca interrupção por razões que ninguém ignora hoje por termos já públicado todos os pormenores.
No seguimentodoartigopublicadononossosite no dia 23 de julho de 2011esobarubrica SérumdeVérité,temosahonrade tornarpúblicaaactaabaixode umareuniãodos comandantesdasForçasArmadas Cabindasquesedesenrolou no interiordeCabindaem 12 de dezembro de 2010.
ComandantesdasFACescolheramaviadanãoviolênciae dodiálogopreconizadospelo AltoConselhoRepresentativodaFLEC,razãopelaqualasarmasse calaram emCabindadesde dezembro de 2010.
Publicamo-lohojeeumanodepoisporquepensamosqueé mais do quenecessáriooficializar ocessar-fogoqueexistedefacto.
La recolonisation de l’Afrique est-elle en marche ?
08-Dec-2011
En Afrique, le temps du conflit ouvert entre Londres et Paris semble révolu. Plutôt que de se battre entre eux, les Occidentaux ont une nouvelle priorité: empêcher les Chinois d'accroître leur influence sur le continent.
La recolonisation de l’Afrique est-elle en marche ? Le terme est peut-être un peu fort, tant il évoque un passé que l’on espère révolu. C’est que nous avons parcouru du chemin depuis le temps sinistre du “Grand Capitaine” [le capitaine Paul Voulet, coupable de massacres au Tchad en 1899] évoqué par l’historien Jacques-Francis Rolland, depuis cette époque où quelques soudards décidés, simplement munis d’un vague ordre de mission, pouvaient s’enfoncer au cœur du continent, à la tête d’une poignée d’auxiliaires et de porteurs, et s’y tailler des fiefs au nom des puissances impériales. Disparu aussi le règne des administrateurs coloniaux, potentats européens et autres hommes d’affaires cupides à la Cecil Rhodes.